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Gestão de telas DOOH para aeroportos
Você opera mídia em aeroporto: telas nas salas de embarque, nas esteiras de bagagem, no desembarque. É o inventário mais premium do OOH — público qualificado, dwell longo, contexto de viagem — e por isso mesmo o mais exigente. Quem compra é banco, locadora, hotelaria e imobiliária de alto padrão, quase sempre via agência, e agência não aceita entrega sem comprovação auditável.
Se você é a concessionária ou a administração do aeroporto monetizando telas próprias, soma-se outra camada: os avisos operacionais — obras, mudanças de fluxo, orientações ao passageiro — precisam de espaço garantido no loop, e cada intervenção física numa tela em área restrita envolve credenciamento, escolta e janela de manutenção.
O Controled foi desenhado para esse nível de exigência: Proof of Play mensal por anunciante, tela e período no padrão que a agência audita; comandos remotos que eliminam a maioria das visitas técnicas em área restrita; ocupação por praça para você saber exatamente o que está vendido no embarque, no desembarque e nas esteiras; e slots com durações distintas por área do terminal.
O que trava a operação hoje
Agência exige comprovação auditável
A marca nacional que compra sala de embarque quer o que compra em qualquer mídia digital: relatório de entrega verificável. Sem Proof of Play por tela e período, a sua proposta perde para o concorrente que tem — não importa quão bom seja o ponto. Em mídia aeroportuária, comprovação não é diferencial, é pré-requisito de concorrência.
Cada visita técnica é um protocolo
Tela travada na sala de embarque não se resolve mandando um técnico agora: é credenciamento, escolta, janela autorizada pela operação do aeroporto. Uma manutenção trivial consome horas e depende da agenda de terceiros — enquanto o painel exibe tela congelada diante de milhares de passageiros e de um anunciante que paga caro por aquele espaço.
Inventário premium vendido no escuro
O embarque doméstico está lotado de campanha e o desembarque roda institucional há dois meses — mas essa foto só existe na cabeça de quem vende. Sem ocupação por praça, você não sabe o que empacotar, o que bonificar nem onde está deixando dinheiro na mesa. Inventário caro parado é o desperdício mais silencioso da operação.
Como fica o loop na prática
Na sala de embarque o passageiro espera de 40 minutos a 2 horas: peças de 30 segundos contam história completa, intercaladas com peças de 15 para variar o ritmo. O aviso operacional do aeroporto ocupa posição institucional — contrapartida típica da concessão — e cobre automaticamente qualquer slot sem campanha, sem degradar o padrão visual do terminal.
Como o Controled encaixa na sua operação
Proof of Play mensal auditável
Relatório automático por anunciante com exibições por peça, tela e período — o documento que a agência anexa à prestação de contas da marca. É o que coloca o seu inventário aeroportuário na mesma régua de comprovação da mídia programática com que ele disputa verba.
Comandos remotos em área restrita
Reinício, screenshot e recarga de playlist pelo painel, sem credenciar técnico nem esperar janela de manutenção. A visita física fica reservada a falha de hardware; todo o resto — travamento, playlist desatualizada, conferência do que está no ar — se resolve de onde a equipe estiver.
Ocupação por tela e praça
Embarque, desembarque, esteiras e conectores como praças separadas, cada uma com ocupação visível. Você enxerga onde o inventário está vendido e onde está sobrando — e monta pacote combinando a praça disputada com a que precisa de demanda, com dado na mão.
Slots com durações distintas por área
Sala de embarque com peças de 30 segundos para o passageiro sentado; esteira de bagagem e conectores com 15 para o público em movimento. Cada praça tem o loop calibrado para o seu dwell — o mesmo anunciante pode ter formatos diferentes conforme a área do terminal.
Alertas de vencimento de contrato
Campanhas trimestrais de marca não podem virar exibição gratuita por descuido de agenda: o sistema avisa com 14 e 7 dias de antecedência. O time comercial entra na renovação antes do contrato expirar — em inventário deste valor, uma semana de exibição não faturada é um prejuízo relevante.
Referências do segmento
Valores de referência do mercado — cada rede tem a sua realidade.
Perguntas frequentes
O relatório de exibição serve para prestação de contas com agência?
Sim. O Proof of Play mensal é gerado automaticamente com exibições por peça, por tela e por período — a granularidade que a agência precisa para auditar a entrega e fechar a fatura da marca. É a diferença entre vender ponto premium na base da confiança e vender mídia com entrega documentada no padrão do mercado.
Como resolvo uma tela travada em área restrita sem mobilizar a operação?
Pelo painel: comando de reinício remoto, seguido de um screenshot para confirmar que a tela voltou ao loop correto. O protocolo de credenciamento e escolta fica reservado para troca de hardware — travamento de software, que responde pela maioria dos incidentes, se resolve em minutos sem ninguém entrar no terminal.
Posso ter durações de slot diferentes por área do aeroporto?
Pode. Cada tela tem seu próprio loop: 30 segundos na sala de embarque, onde o passageiro está sentado e atento, 15 na esteira e nos conectores, onde ele está em movimento. Você calibra formato e preço por praça — e o anunciante compra o pacote com a peça certa para cada contexto.
O aeroporto exige espaço para avisos operacionais. Como garanto?
Reservando posições institucionais no loop para os comunicados da operação — obras, mudanças de fluxo, orientações ao passageiro — e deixando o preenchimento automático usar esse conteúdo nos slots sem campanha. A contrapartida da concessão é cumprida de forma verificável, com registro de exibição igual ao dos anunciantes.
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